arrow-up
Empresa de comissionamento

Carmópolis tem um sistema elétrico que não se parece com o de nenhuma indústria convencional. Em vez de uma planta concentrada, existe um campo terrestre extenso com centenas de pontos de produção, cada um com seu acionamento, alimentados por uma rede de média tensão própria que cobre quilômetros de área aberta. Estações coletoras, sistemas de tratamento e bombeamento concentram carga maior, mas a maior parte dos ativos elétricos está distribuída, exposta ao sol, à poeira, à salinidade e a descargas atmosféricas.

Esse arranjo gera um tipo específico de falha: transformadores de pequeno e médio porte com enrolamento comprometido por surto, derivações de tap alteradas em campo sem registro e conexões corroídas que abrem fase e derrubam um poço sem que ninguém perceba de imediato. Para diagnosticar isso, a mala de ensaio precisa ir até o ativo, e precisa ir com quem saiba montar e concluir.

Aluguel de CPC 100 com operador para o campo de produção de Carmópolis

O parque elétrico do campo e o que ele cobra

A operação terrestre de petróleo em Carmópolis depende de disponibilidade elétrica distribuída. Cada unidade de bombeio parada é produção perdida, e a soma de pequenas indisponibilidades pesa mais que uma falha grande e isolada. A rede de média tensão que atende o campo é aérea, longa e exposta, o que significa alta incidência de sobretensão de origem atmosférica. Nas estações coletoras e nas unidades de tratamento, a carga se concentra em bombas e compressores, com transformadores de maior porte, proteção com transformadores de corrente e disjuntores de manobra frequente. São dois regimes diferentes que exigem o mesmo tipo de informação: integridade dos enrolamentos, fidelidade da medição e condição das conexões.

O que se mede em campo

Nos transformadores distribuídos, a verificação de relação de transformação em todos os taps identifica espira em curto provocada por surto e confirma em que derivação a unidade está de fato, dado que costuma divergir do cadastro. A resistência de enrolamento por fase, comparada entre fases, revela enrolamento parcialmente danificado e conexão interna deficiente antes da falha completa. A impedância de curto-circuito confrontada com o valor de placa avalia a integridade mecânica. Nas estações coletoras, o ensaio de TC e TP cobre relação, polaridade, curva de saturação e burden, garantindo que a proteção enxergue a falta com o ajuste previsto. E a medição de resistência de contato em disjuntores, chaves e conexões aparafusadas localiza o ponto que está aquecendo, causa recorrente de abertura de fase em ambiente agressivo.

Receber a caixa em campo aberto é transferir o risco inteiro

Num parque disperso, a locação simples falha por dois motivos. Primeiro por produtividade: sem alguém dedicado ao ensaio, o equipamento acompanha a equipe de manutenção corretiva e poucos ativos acabam medidos dentro do contrato. Segundo por qualidade: medições feitas em condições diferentes, com montagens improvisadas em plataforma de poço, geram números que não se comparam entre si e, portanto, não servem para decidir o que trocar. Com operador incluído, a campanha tem roteiro, padronização e ritmo, os resultados são comparáveis, e a conclusão sai em laudo com ART do CREA, com condição por ativo e ordem de prioridade para substituição.

Como funciona a locação para Carmópolis

O atendimento parte de Recife, sede da Tecnvolt Engenharia, e cobre todo o Brasil; equipamento e operador são mobilizados para a data agendada, sem base nem equipe fixa no município. O transporte vem com seguro e sem custo adicional. Como o acesso ao campo depende de integração, permissão de trabalho e programação de intervenção por poço ou por circuito, o agendamento com antecedência é o que permite medir o maior número de ativos por dia. Há contratos de curto, médio e longo prazo, suporte técnico durante todo o uso, certificações ISO 9001, 14001 e 45001 e atuação de 13,8 kV a 500 kV.

Fator de potência e capacitância com o módulo CP TD12

O CPC 100 vai a campo com o módulo CP TD12, que aplica tensão de ensaio de até 12 kV e mede capacitância e fator de dissipação (tan delta). É o ensaio que enxerga o que a medição de resistência não enxerga: umidade absorvida pelo papel, envelhecimento térmico da isolação, contaminação do óleo e deterioração de bucha.

  • Transformadores de força — tan delta e capacitância entre enrolamentos e entre enrolamento e terra, comparados ao histórico do próprio ativo e à faixa de referência do fabricante.
  • Buchas condensivas — medição de C1 e C2 contra o valor de placa. Desvio de capacitância é o indicador mais direto de camada em curto, que é o que antecede a falha catastrófica de bucha.
  • Para-raios, TCs e TPs — verificação da condição da isolação sem desmontar o conjunto.
  • Correção de temperatura aplicada à leitura, sem a qual a comparação com o histórico não significa nada.

Na prática, é o que permite decidir entre secar, reparar ou substituir com base em valor medido, e não em aparência. O resultado sai no mesmo laudo com ART, junto das demais medições.

  • ✅ Equipamento original e calibrado da Omicron

  • ✅ Profissional qualificado para operação incluído

  • ✅ Transporte com seguro e sem custo adicional

  • ✅ Emissão de laudo técnico com ART

  • ✅ Atendimento nacional com sede em Recife-PE

  • ✅ Contratos flexíveis de curto, médio e longo prazo

  • ✅ Módulo CP TD12 para fator de potência e capacitância até 12 kV
    ✅ Suporte técnico especializado durante todo o uso

Solicite uma cotação para locação do CPC 100 com operador em Carmópolis-SE. Informe os ativos que entram no escopo — transformadores, TCs, TPs, disjuntores — e a janela de parada pretendida. Com isso o ensaio é dimensionado antes da mobilização e a equipe chega com o plano fechado.

// CONTATO

Solicite um Orçamento

A Tecnvolt Engenharia é certificada nas normas ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001

// FAQS

Perguntas Frequentes

A campanha é organizada por circuito, não por transformador isolado. Agrupando os ativos que compartilham o mesmo ramal de média tensão, cada desligamento libera vários equipamentos de uma vez e o impacto sobre a produção fica restrito a um trecho do campo por período. A sequência é definida antes da mobilização, junto com a programação de intervenção, e privilegia os circuitos com maior histórico de ocorrência.

Dois cuidados aumentam muito o rendimento: ter o cadastro dos ativos com dados de placa disponível antes da chegada da equipe e padronizar as condições de medição, para que os valores sejam comparáveis entre unidades e entre campanhas. O laudo com ART consolida os resultados por ativo e por circuito, o que facilita planejar substituições na programação seguinte.

Sim. O CPC 100 é disponibilizado com o módulo CP TD12, que mede capacitância e fator de dissipação com tensão de ensaio de até 12 kV. Com ele entram no escopo o tan delta de transformadores de força, a medição de C1 e C2 de buchas condensivas e a verificação de isolação de para-raios, TCs e TPs, sempre com correção de temperatura aplicada à leitura.

O módulo vai junto do equipamento e do operador, e o resultado entra no mesmo laudo técnico com ART. Informe no pedido quais ativos entram no escopo para que o ensaio seja dimensionado antes da mobilização.

Você pode alugar o CPC 100 da Omicron com a Tecnvolt Engenharia, empresa especializada em testes elétricos com atendimento em todo o território nacional. A locação inclui suporte técnico, transporte com seguro e possibilidade de emissão de laudo e ART.

Sim, a Tecnvolt oferece o aluguel do CPC 100 da Omicron com profissional qualificado para operação, garantindo segurança, precisão nos ensaios e total conformidade com as normas técnicas.

Com o CPC 100 da Omicron, é possível realizar testes como resistência de enrolamento, relação de transformação, impedância de curto-circuito, testes em TCs, TPs, disjuntores e muito mais.

Sim. A Tecnvolt fornece laudo técnico com emissão de ART assinada por engenheiro responsável, assegurando credibilidade e validade técnica dos ensaios realizados com o equipamento.

Sim. A Tecnvolt realiza a entrega do CPC 100 da Omicron em todo o Brasil, com transporte seguro, rastreável e incluído no custo de locação, sem necessidade de o cliente se preocupar com a logística.

Além de fornecer o equipamento calibrado, a Tecnvolt se destaca pelo atendimento rápido, suporte técnico remoto, transporte sem custo adicional e equipe altamente treinada para atender subestações e indústrias de todo porte.

O equipamento pode ser alugado para empresas dos setores de energia, indústrias, usinas solares, hospitais, universidades, e concessionárias de energia, especialmente para manutenções, comissionamentos e diagnósticos.

A locação do CPC 100 pode ser feita por curto, médio ou longo prazo, dependendo da necessidade do projeto. A Tecnvolt oferece flexibilidade nos prazos e nos termos contratuais.

Sim. Durante todo o período de uso do CPC 100, a Tecnvolt fornece suporte técnico especializado, seja presencial ou remoto, para garantir que os ensaios sejam realizados com segurança e eficiência.

Sim. O equipamento disponibilizado pela Tecnvolt está calibrado e acompanhado das certificações necessárias, atendendo às exigências de qualidade e segurança das normas técnicas e das auditorias de campo.

Aplicações e serviços relacionados

A locação do CPC 100 com operador cobre ensaio de transformador de força, ensaio de TC e TP, medição de resistência de contato e, com o módulo CP TD12, fator de potência e capacitância. Em instalação que também precise da proteção verificada, a Tecnvolt executa comissionamento de relés de proteção e ensaios de SPCS, e o mesmo laudo com ART pode cobrir o conjunto.

Aluguel de CPC 100 da Omicron em todo o Brasil

Páginas