Ensaios de Relé e Comissionamento de SPCS em Ipojuca-PE

Ensaios de relé, comissionamento de SPCS e proteção de interligação para as plantas do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Ipojuca-PE — a 40 km da nossa base.

Ensaio por função ANSI

Pickup, tempo medido e desvio registrados função a função, contra o estudo de ajustes.

Ponto a ponto até o disjuntor

Trip real, intertravamentos, falha de disjuntor e cada ponto do SCADA conferido.

ART + dossiê de comissionamento

Assinados por engenheiro eletricista com CREA ativo, especialista em SEP.

Por Eng. Raphael Leite Menezes Santos

Engenheiro Eletricista — Especialista em Sistema Elétrico de Potência

Tecnvolt Engenharia — base em Recife/PE, atendimento em Ipojuca e em todo o estado

Ensaios de relé em Ipojuca e no Complexo de Suape

Ipojuca abriga a maior parte do Complexo Industrial Portuário de Suape, o principal ativo industrial de Pernambuco. Ali estão a Refinaria Abreu e Lima, com capacidade na casa dos 130 mil barris por dia e projeto de ampliação em curso, além de petroquímica, geração térmica, terminais de granéis líquidos, estaleiro e uma cadeia extensa de operadores logísticos.

Esse é o ambiente mais exigente do estado para comissionamento de SPCS, por três motivos que mudam completamente o escopo.

1. Área classificada e processo contínuo

Refino e petroquímica operam em regime contínuo, com áreas classificadas quanto a risco de explosão. Um trip indevido não é perda de faturamento: é parada de unidade de processo, com procedimento de partida que leva dias e riscos próprios. Isso coloca o estudo de seletividade e o teste ponto a ponto no centro do trabalho — a proteção precisa isolar a falta no menor trecho possível, sempre.

Por outro lado, proteção lenta demais também é inaceitável: em área classificada, o tempo de eliminação da falta tem relação direta com energia incidente e risco de ignição. O ajuste vive entre esses dois limites, e é o estudo que define onde.

2. Geração própria e cogeração

Plantas do complexo operam com geração e cogeração, o que traz o SPCS para o território da proteção de sistema: verificação de sincronismo (25), proteção de interligação, anti-ilhamento por tensão e frequência, direcional de potência (32) e falha de disjuntor (50BF) em vãos de entrada. São funções que exigem injeção trifásica com controle de ângulo — não se ensaia direcional com uma fonte monofásica.

3. Ambiente salino somado ao químico

Suape é litoral e é indústria química ao mesmo tempo. A combinação ataca contatos, bornes e fiação de comando mais rápido do que qualquer um dos dois fatores isolado. Na prática, isso significa resistência de contato fora de faixa em relés auxiliares, bobinas de abertura com corrente marginal e sinalização intermitente. A supervisão de circuito de trip (função 74) deixa de ser opcional.

A janela é a parada geral

Em unidade de processo contínuo o acesso ao vão acontece no turnaround, marcado com meses de antecedência e disputado por dezenas de disciplinas. Por isso separamos na proposta o que exige desligamento do que não exige: estudo de proteção, conferência de parametrização e análise de oscilografia são feitos antes, para que a janela seja gasta apenas com o que precisa do vão desenergizado.

Conexão e concessionária

A distribuidora do estado é a Neoenergia Pernambuco, e instalações conectadas à Rede Básica seguem ainda os Procedimentos de Rede do ONS. Em Suape é comum encontrar entradas em 69 kV, 138 kV e 230 kV com subestação particular, e distribuição interna em 13,8 kV para os centros de carga.

Proximidade

Suape fica a pouco mais de 40 km da nossa base no Recife. É o tipo de distância que permite atendimento no mesmo dia para emergência e revisita rápida para reteste durante parada — o que em turnaround vale mais do que qualquer desconto.

Envie o unifilar, a lista de vãos e os modelos de IED. Retornamos com o escopo técnico, o que exige janela de desligamento e a proposta.

Conteúdo técnico e comercial. Ensaios e intervenções em SPCS devem ser realizados por equipe qualificada, com APR, permissão de trabalho, instrumentos calibrados e responsabilidade técnica documentada (ART). Os critérios descritos são conceituais — a aplicação ao seu sistema exige estudo e análise caso a caso.

O que é o SPCS e por que o nível define o ensaio

O que é o SPCS

SPCS é a sigla de Sistema de Proteção, Controle e Supervisão. Reúne os relés multifunção (IEDs), os painéis e a fiação, os circuitos de trip e intertravamento, a comunicação entre equipamentos e o sistema de supervisão. Ele mede a grandeza no campo pelos TCs e TPs, decide abrir ou bloquear um disjuntor e informa a operação pelo SCADA.

Na prática o sistema se organiza em três níveis, e essa separação não é acadêmica — é ela que determina a ordem dos ensaios. O nível 0 é o processo físico. O nível 1 é o vão, onde o IED decide. O nível 2 é a estação, onde a informação vira supervisão e telecomando.

Arquitetura do SPCS em três níveis: nível 0 processo com TCs, TPs e disjuntores; nível 1 vão com IEDs de proteção e funções ANSI; nível 2 estação com SCADA, gateway e sincronismo

Nível 0 — o processo, onde o sinal nasce

TCs, TPs, disjuntores, seccionadoras e o serviço auxiliar de corrente contínua. Aqui se verifica relação, polaridade, classe e curva de saturação dos transformadores de instrumento, tempo de abertura e resistência de contato do disjuntor, e a capacidade real do banco de baterias.

A implicação operacional é direta: ensaiar o IED antes de validar o TC é ensaiar contra um sinal errado. Se a relação do transformador de corrente está diferente da placa, ou se a polaridade de um secundário está invertida, o relé pode passar em todos os ensaios de injeção secundária e ainda assim atuar errado em campo — porque o número que ele recebe na operação real não é o número que você injetou na bancada.

Nível 1 — o vão, onde a proteção decide

Os IEDs de cada entrada, transformador, alimentador e barra. É onde se ensaia cada função ANSI habilitada por injeção secundária, registrando pickup, tempo medido e desvio frente ao valor ajustado. É também onde vivem os intertravamentos horizontais entre vãos — em subestação convencional por fiação, em subestação digital por GOOSE.

Nível 2 — a estação, onde a informação vira decisão

SCADA local, gateway para o centro de operação, sincronismo de tempo e a engenharia de configuração. Em subestação digital esse nível ganha peso: além da base de dados de supervisão, entram a configuração IEC 61850, o mapeamento de datasets e o comportamento do sistema quando a rede de comunicação falha.

Um intertravamento que depende de GOOSE precisa ser ensaiado medindo o tempo real entre a publicação da mensagem e a atuação — não basta ver o bit mudar de estado na tela. É essa medição que separa uma subestação digital comissionada de uma subestação digital apenas configurada.

Princípio operacional: a ordem correta é nível 0 → nível 1 → nível 2, e cada etapa só é válida quando a anterior fecha sem pendência aberta.

Escopo por vão e as seis etapas do comissionamento

Quais funções ANSI ensaiar em cada tipo de vão

O escopo de um comissionamento de SPCS é dirigido por duas variáveis: quantos vãos existem e quais funções estão habilitadas em cada IED. Um vão de entrada com distância e direcional consome muito mais hora de ensaio que um alimentador com sobrecorrente simples. A matriz abaixo serve para dimensionar isso antes de pedir proposta.

Matriz de funções de proteção ANSI por tipo de vão de subestação: entrada de linha, transformador de força, barramento, alimentador de média tensão, motor e geração distribuída

Duas leituras importam aqui. A primeira: a relação definitiva de funções sai do estudo de proteção e do padrão de conexão da concessionária, não de uma tabela genérica — a nomenclatura segue a IEEE C37.2. A segunda: funções diferentes exigem recursos de ensaio diferentes. Sobrecorrente se verifica com injeção monofásica; direcional e distância exigem injeção trifásica com controle de ângulo; diferencial de transformador exige duas ou três correntes simultâneas com defasagem e conteúdo harmônico controlado.

É por isso que orçar ensaio de relé por “unidade de relé” costuma dar errado. O que consome hora de campo é a função habilitada, não a caixa.

As seis etapas do comissionamento e o entregável de cada uma

Comissionamento sem evidência documental não passa em auditoria de concessionária, não sustenta pleito de seguro e não ajuda a próxima equipe de manutenção. Cada etapa tem entregável definido — e a seguinte só começa quando a anterior fecha sem pendência aberta.

Fluxo de comissionamento de SPCS em seis etapas, do estudo de proteção e ajustes à energização assistida e ao dossiê as-built com ART

A divisão da figura tem consequência de custo. As etapas 1 a 3 são majoritariamente de escritório e de campo energizado — não consomem janela de parada. As etapas 4 a 6 exigem o vão desenergizado e com bloqueio formal, e é nelas que a hora é cara. Quanto mais fechado o escopo antes da parada, menor a janela necessária.

A etapa que mais evita desligamento indevido é a 5, o teste ponto a ponto. Um IED pode passar em todas as funções e ainda assim não abrir o disjuntor por um borne mal apertado, uma saída mapeada errado ou uma bobina de abertura sem supervisão. É a etapa que separa proteção testada de proteção presumida — e justamente a que costuma ser cortada quando o cronograma aperta.

Coordenograma de fase em escala log-log mostrando a curva do relé de alimentador e a do relé de entrada com intervalo de coordenação CTI de 0,38 segundo

Seletividade: o ajuste decide o tamanho do desligamento

Como ler o coordenograma acima

Duas proteções em série enxergam a mesma falta. Seletividade é garantir que a de jusante atue primeiro e a de montante espere — e que essa espera seja longa o suficiente para o disjuntor abrir e o arco extinguir, mas curta o suficiente para não danificar cabo e transformador.

Para a falta de 2 kA marcada no gráfico, o relé do alimentador atua em cerca de 0,34 s e o da entrada em cerca de 0,72 s. O intervalo de coordenação resultante é de aproximadamente 0,38 s. As curvas foram geradas pela equação IEC de curva Muito Inversa, t = TMS × 13,5 / (I/Is − 1); são valores ilustrativos e não representam ajuste de cliente.

Repare no que acontece à direita do gráfico: na corrente máxima do eixo as curvas se aproximam e a margem cai. Esse é o ponto em que a coordenação por tempo deixa de ser suficiente e entra a função instantânea (50) com bloqueio, ou uma lógica de seletividade lógica publicada por GOOSE. Um estudo que só verifica o CTI na corrente nominal, e não no curto máximo da barra, deixa exatamente esse ponto descoberto.

Ajuste definido sem estudo é chute documentado. Se a instalação já tem estudo válido e aprovado, ensaiamos contra ele; se não tem, ou se está desatualizado frente à configuração atual da rede, o estudo vem antes de mobilizar a equipe de campo — caso contrário não existe referência contra a qual ensaiar.

Os oito serviços de SPCS que executamos

1. Ensaios e parametrização de relés de proteção

Conferência da parametrização contra o estudo de ajustes e ensaio de cada função habilitada por injeção secundária: pickup, curva tempo × corrente e tempo de atuação; direcionalidade (67/67N) e ângulo característico; diferencial (87T/87B) com slope, ponto de restrição e bloqueio por 2ª harmônica; distância (21) com alcance das zonas 1, 2 e 3.

2. Comissionamento e recomissionamento de SPCS

Subestação nova, ampliação de vão ou retrofit de painel — do recebimento em obra à energização assistida. Inclui inspeção de painéis, fiação e aterramento, ensaios pré-energização, registro de não conformidades com reteste e o dossiê as-built com ART emitida.

3. Testes ponto a ponto e verificação de lógicas

Trip real no disjuntor pelas bobinas 1 e 2, falha de disjuntor (50BF), intertravamentos de seccionadora, bloqueios operacionais, religamento (79), verificação de sincronismo (25) e conferência de cada ponto na base do SCADA e no telecomando.

4. Estudo de curto-circuito, seletividade e ajustes

Modelagem da rede e cálculo das correntes de falta trifásica, bifásica e fase-terra por barra; coordenogramas de fase e de neutro com intervalo coordenador; verificação contra a curva de dano do transformador e do cabo; memorial de cálculo e planilha de ajustes por IED.

5. IEC 61850: GOOSE, MMS e integração ao SCADA

Leitura e ajuste de arquivos SCD/CID, mapeamento de datasets, ensaio funcional de publicação e assinatura de mensagens GOOSE, supervisão de perda de mensagem e comportamento em falha de rede, e conferência ponto a ponto da base de supervisão.

6. Ensaios de TC e TP com OMICRON CPC 100

Relação, polaridade e erro de relação por enrolamento; curva de excitação e ponto de joelho; resistência do enrolamento secundário e da fiação; e injeção primária para validar toda a malha de medição até o IED. Conheça a plataforma CPC 100 da OMICRON.

7. Análise de oscilografia e investigação de desligamentos

Leitura de registros COMTRADE e da sequência de eventos, verificação se a atuação foi correta, indevida ou tardia, correlação entre atuação, ajuste e estudo de proteção, e relatório de causa provável com plano de ação.

8. Disjuntor e serviço auxiliar de corrente contínua

Tempo de abertura, fechamento e discordância de polos; resistência de contato e ensaio das bobinas; banco de baterias com tensão de flutuação, impedância e teste de capacidade; retificador e supervisão do circuito de trip.

O que você recebe ao final

O dossiê é parte do serviço, não um extra cobrado depois. Entregamos memorial de cálculo do estudo de curto-circuito e de seletividade; coordenogramas de fase e de neutro por barra; planilha de ajustes consolidada por IED e por função ANSI; protocolo de ensaio por relé com valor ajustado, medido e desvio; relatórios de TC, TP, disjuntor, isolamento e serviço auxiliar CC; matriz de trip e resultado dos testes ponto a ponto; lista de pontos do SCADA conferida; registro fotográfico e lista de pendências com status de fechamento; arquivos de configuração dos IEDs com backup da parametrização final; e ART emitida por engenheiro eletricista com CREA ativo.

Sobre limites e responsabilidade: o ensaio comprova o comportamento do sistema nas condições verificadas em campo, na data do ensaio. Não elimina a necessidade de manutenção periódica nem substitui o projeto elétrico. Ajustes propostos são submetidos à aprovação do responsável pela instalação e, quando aplicável, ao padrão de conexão da concessionária.

Escopo definido antes de mobilizar

Antes da proposta levantamos o unifilar, a lista de vãos, os modelos de IED e o estudo de proteção existente. Isso evita o cenário mais caro do comissionamento: descobrir em campo, com a janela de desligamento já aberta, que faltava informação. Para subestações de parques eólicos e usinas fotovoltaicas, o escopo de SPCS se combina com o comissionamento da subestação elevadora.

// CONTATO

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A Tecnvolt Engenharia é certificada nas normas ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001

Setores que atendemos em Ipojuca e região

Indústria

Plantas químicas, alimentícias, metalúrgicas, mineração e petroquímica.

Usinas solares e eólicas

SPCS da subestação elevadora e proteção do ponto de conexão.

Concessionárias

Redes de distribuição MT e subestações dedicadas.

Construtoras

Adequação elétrica e diagnóstico em obras de grande porte.

Hospitais e dados

Continuidade operacional crítica em SE dedicadas.

Portos e terminais

Operação 24/7, proteção de entrada e seletividade em ambiente agressivo.

// FAQS

Perguntas Frequentes

SPCS é a sigla de Sistema de Proteção, Controle e Supervisão. Reúne os relés multifunção (IEDs), os painéis e a fiação, os circuitos de trip e intertravamento, a comunicação entre os equipamentos e o sistema de supervisão (SCADA) de uma subestação. É o SPCS que detecta a falta, decide abrir o disjuntor correto e informa a operação sobre o que aconteceu.

Sim, e com vantagem de distância: Suape fica a pouco mais de 40 km da nossa base no Recife. Isso permite atendimento no mesmo dia para emergência e revisita rápida para reteste durante parada programada.

Envie o unifilar, a lista de vãos e os modelos de IED e retornamos com o escopo técnico e a proposta.

Depende da criticidade da instalação, da tecnologia do relé, do ambiente e da política de manutenção do cliente ou da concessionária. Em plantas industriais é comum encontrar ciclos entre 2 e 5 anos para relés digitais, com intervalos menores para vãos críticos ou ambiente agressivo; relés eletromecânicos e estáticos normalmente exigem intervalos mais curtos.

Além do ciclo periódico existem gatilhos: atuação indevida, modificação de ajuste, ampliação da instalação, troca de transformador ou alteração da fonte de curto-circuito.

Depende do escopo. Ensaios em IEDs, testes de lógica e trip real exigem o vão desenergizado e com bloqueio formal. Já a leitura de oscilografia, a conferência de parametrização, a análise de eventos e boa parte do estudo de proteção são feitas sem desligamento. Na proposta separamos o que exige janela de parada do que não exige, para você planejar o mínimo de indisponibilidade.

Sim. Além da parametrização convencional, atuamos na configuração e validação da comunicação IEC 61850 — leitura e ajuste de arquivos SCD/CID, mapeamento de datasets, ensaio funcional de publicação e assinatura de mensagens GOOSE, comportamento em perda de comunicação e conferência da base de dados do SCADA. O ensaio de um intertravamento por GOOSE inclui a medição do tempo real entre a publicação e a atuação.

Os dois escopos existem separadamente e podem ser contratados juntos. Se a instalação já tem estudo de proteção válido e aprovado, ensaiamos contra ele. Se não tem, ou se está desatualizado frente à configuração atual da rede, executamos o estudo de curto-circuito e de coordenação e entregamos a planilha de ajustes antes de mobilizar a equipe de campo — caso contrário não há referência contra a qual ensaiar.

Sim. O serviço é executado sob responsabilidade de engenheiro eletricista com CREA ativo, com emissão de ART para o escopo contratado. O dossiê de comissionamento reúne os protocolos de ensaio com valores medidos, os relatórios de equipamento, a matriz de trip validada, o registro fotográfico e a lista de pendências, em formato aceito por auditoria de concessionária e de seguradora.

Não há preço de tabela: o custo é dirigido por quantidade de vãos, quantidade e modelo de IEDs, funções habilitadas por relé, existência de estudo de proteção válido, distância da obra e regime de trabalho (turno normal, noturno ou parada programada). Envie o unifilar, a lista de vãos e os modelos de relé pelo WhatsApp e retornamos com escopo e proposta.

Referências normativas

Esta página sobre ensaios de relé e comissionamento de SPCS foi construída com base nas referências técnicas e normativas reconhecidas internacionalmente.

  1. IEEE Std C37.2 — IEEE Standard for Electrical Power System Device Function Numbers, Acronyms, and Contact Designations.
  2. IEC 61850 — Communication networks and systems for power utility automation, incluindo a parte 10 (conformance testing).
  3. IEEE Std C37.233 — IEEE Guide for Power System Protection Testing.
  4. IEC 61869 — Instrument transformers. Requisitos de exatidão e ensaio de TCs e TPs.
  5. IEEE Std C57.13 — IEEE Standard Requirements for Instrument Transformers.
  6. IEEE Std 242 (Buff Book) — Protection and Coordination of Industrial and Commercial Power Systems.
  7. IEC 60255-151 — Measuring relays and protection equipment: over/under current protection. Define as curvas Normalmente, Muito e Extremamente Inversa.
  8. ABNT NBR 14039 — Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV.
  9. Procedimentos de Rede do ONS — requisitos de sistemas de proteção, controle e supervisão.
  10. PRODIST — Módulo 3 — Acesso ao sistema de distribuição e proteção do ponto de conexão.

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